Setembro amarelo é o mês da prevenção ao suicídio.
Oriundo de questões relacionadas à saúde mental, o suicídio é resultado de um agravamento de doenças como depressão e ansiedade, que, se agravadas, podem levar a tentativas de suicídio.
Em todo mundo, cerca de 700 mil pessoas cometem suicídio por ano. Realizar uma campanha de prevenção para evitar que esses números subam é uma preocupação da sociedade. Por conta disso, o setembro amarelo se mostrou uma alternativa de acolhimento e prevenção.
de eficiência
Sorriso recebeu o Selo Diamante de transparência pública, a premiação representa o mais alto nível de transparência pública, demonstrando o compromisso com a prestação de contas e o investimento dos recursos públicos.
A Escola Municipal Professor Rolf Bachmann realizou, nesta quarta-feira (27), uma programação especial voltada à conscientização e à prevenção da violência contra crianças e adolescentes, em referência à campanha Maio Laranja. As atividades envolveram estudantes do Pré II, 1º e 2º anos, com ações pensadas de acordo com cada faixa etária, priorizando um ambiente acolhedor, educativo e de diálogo.
Entre os momentos desenvolvidos, os alunos participaram de uma palestra lúdica conduzida pelo psicólogo Fábio Marcelo da Silva Valverde, do Programa Fortalecendo Sonhos. De forma leve e acessível, o profissional trabalhou temas relacionados ao cuidado, à proteção e ao respeito ao próprio corpo. Por meio de histórias, conversas interativas e dinâmicas apropriadas para as crianças, os estudantes puderam compreender a importância de reconhecer situações de cuidado, confiança e proteção.
Ao longo de todo o mês, a equipe pedagógica também promoveu atividades em sala de aula para fortalecer o tema junto aos alunos. Entre as ações realizadas estiveram o trabalho com o “Semáforo do Toque”, confecção de bonecos, produção de cartazes educativos e o plantio da flor símbolo da campanha Maio Laranja, incentivando desde cedo reflexões sobre respeito, autocuidado e proteção.
“São iniciativas fundamentais, que permitem às crianças aprenderem, de maneira leve e apropriada para cada idade, sobre respeito, proteção e cuidado com o próprio corpo. Quando a escola abre espaço para esse diálogo, também fortalece um ambiente de aprendizagem mais acolhedor, seguro e comprometido com a proteção da infância”, ressaltou a coordenadora da unidade, Homerina Terezinha Pinto.
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