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Selo Diamante

96,84%

de eficiência

Sorriso recebeu o Selo Diamante de transparência pública, a premiação representa o mais alto nível de transparência pública, demonstrando o compromisso com a prestação de contas e o investimento dos recursos públicos.

Campanha antirrábica

Com dias D e campanha de porta em porta, Sorriso ultrapassa 65% da meta

Com dias D e campanha de porta em porta, Sorriso ultrapassa 65% da meta

Os dias Ds e a imunização porta a porta realizada na área rural resultaram em 15.345 animais imunizados contra a raiva até o momento. O número equivale a 66,72% da meta total estabelecida pelo Ministério da Saúde para o Município  em 23 mil animais.

Coordenadora da Vigilância Ambiental, Claudete Damasceno, pontua que a imunização segue. A própria sede da Vigilância Ambiental, na Avenida Curitiba, 3405, no bairro Bom Jesus atua como ponto permanente de imunização. “Tutores de pets podem procurar a Vigilância em horário comercial para as imunizações”, frisa Claudete. 

Outra opção é entrar em contato com a equipe pelo (66) 99600-1462 e combinar um horário para buscar o vacinador, caso o animal seja de grande porte ou difícil de controlar. “Também há situações de muitos animais, nesses caos basta ligar e agenda rum horário para buscar o vacinador para imunizar na própria residência”, explica.

A recomendação é que todos os cães e gatos a partir dos três meses de idade recebam a dose anual contra a raiva. Assim, a proteção se estende não apenas aos animais, mas também a toda a comunidade. “Só pedimos que na hora de imunizar o animal seja contido por um adulto que tenha domínio sobre ele para evitar que tanto o animal quanto o vacinador se machuquem”, detalha a coordenadora.

“Quem tiver a carteirinha de anos anteriores pode apresentar no momento da imunização, caso não tenha é confeccionada na hora”, reforça.

Sobre a raiva

A raiva é uma doença grave, transmitida pela saliva de animais infectados, e não tem cura. A vacinação é a única forma de prevenção. A vigilância é fundamental porque o vírus continua circulando em animais silvestres, que podem entrar em contato com cães e gatos domésticos não vacinados.

Texto: Claudia Lazarotto
Fotos: Reginaldo de Souza
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